“Somos uns parvos…”


– “Porquê?” (sei a resposta mas quero que tu o digas)

– “Porque gostamos um do outro e estamos assim…

Abraçámo-nos e chorámos.

Ás vezes é preciso ser-se parvo para se perceber o que realmente faz sentido.

– “Vamos lá fora. Respirar.”

E deitados na areia daquele precipicio á beira mar, ficámos (abraçados) e em silêncio a olhar o céu e a desejar secretamente que aquele momento durasse mais do que uma simples noite. E durou. Ficou marcado.

Autor: Erika

Quem escreve: De nome: Erika. Tenta escrever o que mais lhe apetece. Tenta ser simpática. Quando não reclama, sugere. Sorri muito. Atribui significados importantes à musica, ás cores, cheiros, sabores, texturas. Teimosa, orgulhosa, ambiciosa q.b., não cria espectativas, cria objectivos. Gosta de dormir, é preguiçosa mas detesta preguiçar. Perde-se na internet. Perde-se naquele momento perfeito. Perde-se na fotografia. Perde-se nas pessoas. Perde-se na paixão. É apenas mais alguém que escreve.

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