Palavras d’o Conto.


Onde estiveste este tempo todo?” sussurra ela ao ouvido dele. Ele fecha os olhos e, agarrando firmemente nos ombros dela, olha-a profundamente e responde “Aqui, sempre.”


O meu espaço tem estado como me sinto, silencioso, vazio, pensativo. Alguns até diriam parado. Mas as palavras borbulham todos os dias em mim, sempre que tudo acontece. Um pensamento toma forma numa pequena nota que acaba por se perder na imensidão do nada.

Em breve publicarei o primeiro capitulo de um Conto Sem Nome. É um conto apaixonado, adocicado, quente, impróprio, mas meu. Uma necessidade que tive de escrever e que agora preciso, preciso de atirar para aqui e deixá-lo ficar aqui. Exorcisar as palavras, as emoções e os fantasmas. É para isso que serve o meu Livro de Reclamações.

A transcrição acima faz parte dele, do Conto.

Autor: Erika

Quem escreve: De nome: Erika. Tenta escrever o que mais lhe apetece. Tenta ser simpática. Quando não reclama, sugere. Sorri muito. Atribui significados importantes à musica, ás cores, cheiros, sabores, texturas. Teimosa, orgulhosa, ambiciosa q.b., não cria espectativas, cria objectivos. Gosta de dormir, é preguiçosa mas detesta preguiçar. Perde-se na internet. Perde-se naquele momento perfeito. Perde-se na fotografia. Perde-se nas pessoas. Perde-se na paixão. É apenas mais alguém que escreve.

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