A saudade do que não ficou


A saudade aperta-me o coração desde o nosso último beijo. E não é só do beijo que sinto saudade é de tudo o que foi dito nele. A paixão não precisa de palavras, anseia por esses silêncios em que falamos com a alma.
A saudade aperta-me o coração desde a nossa última troca de olhares. E não é pelo teu olhar que sinto saudade. É por aquilo que me dizes quando me olhas nos olhos. Enches o meu coração, aqueces a minha paixão, é um desejo ardente que tem de SER.
A saudade que tenho de ouvir a tua voz aperta-me o coração. A tua voz preenche a essência do meu ser, confirma aquilo que sinto que sentes e que sentes que sinto.
Contigo sinto-me completa. Em ti sei que é o meu lugar. Em nós descobri a certeza.
E quando me abraças forte sinto a paixão a romper-me o peito. E quando me beijas sinto o desejo a rasgar-me a pele.
E quando suspiras ao meu ouvido sinto o amor a envolver-me os sentidos. E quando vais embora resta a saudade.
A saudade do que não ficou.

Autor: Erika

Quem escreve: De nome: Erika. Tenta escrever o que mais lhe apetece. Tenta ser simpática. Quando não reclama, sugere. Sorri muito. Atribui significados importantes à musica, ás cores, cheiros, sabores, texturas. Teimosa, orgulhosa, ambiciosa q.b., não cria espectativas, cria objectivos. Gosta de dormir, é preguiçosa mas detesta preguiçar. Perde-se na internet. Perde-se naquele momento perfeito. Perde-se na fotografia. Perde-se nas pessoas. Perde-se na paixão. É apenas mais alguém que escreve.

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