Já não sei amar da mesma maneira.
Aqui sentada na cadeira da varanda, enquanto a brisa sopra quente, os sons de fundo se desvanecem, o fumo do cigarro me envolve. Aqui sentada sei e sinto que já são sei amar como dantes. É essa a minha sentença, a minha verdadeira doença, crónica e terminal:
Um vazio de alma constante, invariável.
Já não sei o que é o amor.
Tentei de todas as formas, senti de todas as maneiras, eliminei toda a lógica. O amor que foi já não é mais.
Acho que senti demais. Quando o amor acabou, esmoreceu ficou um nada tão tenebroso que consome todo o espaço. Não deixa espaço para amar igual, amar mais. O espaço do amor é cada vez menor. E por isso já não sou capaz de amar da mesma maneira.

Autor: Erika

Quem escreve: De nome: Erika. Tenta escrever o que mais lhe apetece. Tenta ser simpática. Quando não reclama, sugere. Sorri muito. Atribui significados importantes à musica, ás cores, cheiros, sabores, texturas. Teimosa, orgulhosa, ambiciosa q.b., não cria espectativas, cria objectivos. Gosta de dormir, é preguiçosa mas detesta preguiçar. Perde-se na internet. Perde-se naquele momento perfeito. Perde-se na fotografia. Perde-se nas pessoas. Perde-se na paixão. É apenas mais alguém que escreve.

Um pensamento em “”

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