Praia…

14082007226.jpgPorque é que eu me esqueci do quanto sempre gostei de praia? E me convenci de verdade que odiava o Verão? Quando é que isso aconteceu? E mais importante, porquê? Passei a minha infância na praia, a brincar á beira mar, não fosse eu uma menina dos Algarves! Este Verão relembrei o quanto eu gosto da praia, do sol a queimar, do mar fresco, de toda a energia que fico só de estar naquele ambiente.

Que bom é estar na praia com os amigos, a falar de assuntos desinteressantes, sempre com grandes gargalhadas, momentos bons que me fazem sentir bem. Ainda bem que relembrei, mas isto não quer dizer que deixei de gostar do meu frio. 🙂 Gosto de frio, mas também gosto de praia. Não mais renego o meu Verão, ou não sou eu uma Menina do Algarve. A praia faz parte de mim. Muitos dos momentos mais especiais da minha vida, aconteceram na praia, de dia, de noite, fosse verão ou Inverno.

Perto do mar é onde estou bem.

Incubus – Aqueous Transmission

Write about what makes you feel good…

1369098.jpgAprendi. Escreve sobre aquilo que te faz sentir bem, porque só estás a criar mais dessa emoção na tua realidade e mais situações que te irão fazer sentir bem.

Não tenho nada de especial para escrever. Só que tenho esta sensação de andar nas nuvens. Estou tão bem que não estou em mim. Sinto-me assim. Sinto-me Feliz. SIM, é possível, é só querer.

Pensamento do dia (ou da madrugada)

(…)

Quando se deita tudo a perder.

Está tudo perdido (?!).

(…)

(Profundo, han?! Sim…veio lá de dentro.)
Experiência boa hoje. (Menina bonita é sexta, vamos vadiar…) Não me sai da cabeça a música. Mas por mode’quem?

Sem dúvida a banda sonora do dia de hoje. Rolling Stones – You can’t always get what you want.

Não dá..

1384783.jpgNão dá. Não consigo. Chateia-me ter esta necessidade de escrever. De me expressar. De querer dizer.

E não consigo.

Da mesma maneira chateia-me não me conseguir entregar. Dar-me a conhecer, sem demais barreiras. Sem estupidas dúvidas. Conheci-te, adoras-me. Sinto-te especial. Mas não consigo! Queria eu que fosse mais fácil.

Bolas!!! Tenho de me descomplicar. Fazer como tu, deixar de esperar, começar a viver. Mostra-me, tenho de relembrar como é.

Um livro de reclamações pessoal…

livro_reclama.jpgHoje pensei (uau),

se cada um de nós tivesse um livro de reclamação? No que toca a gestão de conflitos havia de ser engraçado. Escrever uma reclamação sobre o individuo em causa ia ser demasiado fácil mas também libertador. Imagina o que é chegar e dizer “Quero o livro de reclamações sff.”

Hoje apeteceu-me dizer isso em conversa. Ao ponto que chegou o desapontamento em relação a determinada persona. “Quero fazer uma reclamação se faz favor. Desiludiste-me, não és quem pensava nem aquilo que esperava e ao que parece não se pode fazer a troca.”  De modo a que lhe ficasse bem registado e não fossem apenas palavras jogadas fora.

Mas depois tinha de escrever uma reclamação a mim própria: “Hoje reclamo porque criei espectativas quando sei que não se deve fazer. Desiludi-me.” Nem tudo pode ser reclamações. Há que tirar o aprendizado subjacente.

(Era-me interessante saber as reclamações de terceiros sobre minha persona. Acho que ia rir bastante e provavelmente entender muita coisa)