A Rejeição.

Ele olhou-a e quis tê-la.
Ela olhou-o e percebeu. Ela deu-se a ele mas só de corpo e não de alma.
Ele entregou-se e quando a teve apaixonou-se.
Ele quis mais.
Ela disse que não.
E quando ele lhe pediu o coração ela fechou todas as portas.
Ele ficou sem chão.
Ela voltou á sua vida.
E agora ele chora, no meu ombro.
“Não chores, existe alguém que gosta de ti da maneira que precisas. Não fiques triste, aprende a guardar a tua alma. Sorri, porque está mais perto do que possas pensar.”

Qual é a melhor expressão da Paixão?

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[…] Sim e fazer-me sentir a intensidade do teu prazer enquanto navego e brinco no teu corpo como se explorasse o infinito, como se cada milímetro da tua pele fosse o último segundo da minha vida, como se cada ponto da tua sexualidade fosse um livro que se folheia com intensidade.

E nesse momento tudo pára…O meu ritmo fica leve,calmo. Numa viagem ao extremo prazer em que os meus olhos se perdem nos teus, em que me vejo nos teus olhos e sorrio para mim mesmo, através de ti. […]

A entrega.

A menina de muros altos.

Era uma vez uma menina que subiu o muro mais alto porque queria ser mais.
Mais alta que todos lá em baixo.
Mais que uma menina.
Queria ser mais em si mesma.
E a menina subiu o muro. Magoou as mãos, magoou os joelhos, subiu a muito custo. Quase caiu por variadas vezes e noutras simplesmente recomeçou de onde tinha conseguido agarrar-se. Mas persistiu.
Quando chegou lá em cima, pôs-se de pé na pontinha do parapeito daquele Muro Alto, abriu os braços, sentiu o vento, olhou em volta e sorriu.

Ficou Feliz. “Consegui subir sozinha!” pensou a Menina.
Sentou-se e olhou para baixo e de lá via as pessoas a passar, pequenas em si mesmas, ocupadas, atarefadas.
Por momentos a Menina sentiu-se bem.
E disse mais uma vez, para si mesma, “Consegui subir sozinha…” e uma voz veio de dentro da Menina e respondeu-lhe “E agora estás aqui sozinha, enquanto o mundo passa por ti, lá embaixo, sem te ver.”

Sou aquela menina sentada no muro..
Que brinca com o fogo mesmo com medo de se magoar.
Que gosta dos jogos de fazer de conta.
Brinca às escondidas em si própria.
Tem tanto de inocente como de mulher.
Tem tanto de indecente como de menina.

Tem tanto de Menina, como de mulher.

E a Menina continua sentada no muro, subiu alto e agora tem medo de descer sozinha.

Hoje é só a música.

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I Love You is so easy to say. But so many times it doesn’t mean a thing.
I Love You. Could be everything. As long as we don’t know what love means.
I think love is not in what we say, love is in what we do.
And when we say we love we’ve got something to prove.

What is Love?

Ayo – What is Love

Ainda gostas de mim?

Claro que sim. Esquecer o que sinto por ti é difícil, no máximo vou escondendo dentro de mim, para não voltar a sofrer tanto.

Tu – Mas ainda me amas?

Se te amo? Não sei… e prefiro nem pensar nisso, nem quero saber. Não quero voltar a tirar de dentro de mim o que sentia e talvez ainda sinta. Para quê? Só me vai fazer voltar a sofrer. E agora estou bem, finalmente sigo sem ti. Não preciso de ti.

Não preciso (tanto) de ti.