De ti, que considero uma mãe.

24082007296.jpgHoje as tuas palavras fizeram-me chorar e perceber o quanto sou acarinhada. As tuas palavras fizeram-me não desviar deste caminho que quero seguir por mais dificil que seja. Mostraram-me a força que já tenho.

Ou não fossem as palavras de ti, uma pessoa que tenho como mãe.

“Em todos os teus dias:

Nem todos vão concordar com o que dizes ou pensas mas tens todo o direito às tuas próprias opiniões. Nem todos sentirão aquilo que sentes, mas tens todo o direito a ter os teus sentimentos. É preciso ter coragem para expressar as nossas opiniões e sentimentos pessoais para construir os nossos sonhos e procurar concretizá-los. É precisamente essa coragem que faz com que sejas uma pessoa especial. Espero que cada novo dia traga forças e motivações renovadas para que possas continuar no caminho da felicidade!! Parabéns pela pessoa que és, mais ainda consegues ser melhor, luta por isso!

Erika, há momentos na vida difíceis de ultrapassar, a vida é mesmo isso, momentos bons com momentos menos bons, mas o importante é viver, saber viver cada vez melhor, e para isso temos que lutar pelos nossos objectivos, pelas nossas convicções. Não podemos ficar à espera que as coisas aconteçam temos que lutar por elas e o mais importante é acreditarmos com fé e pensamento positivo. E dizer através do nosso pensamento, para que fique gravado na nossa mente aquilo que queremos.

Temos que nos empenhar com força, fé e pensamento positivo. Temos que nos ver a conseguir o que queremos e saber agradecer.”

Obrigado.

Chuva. Sim é Chu-va!

 

 

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Uau. No Algarve também chove (em Agosto) à noite. Depois de um dia de sol abrasador! Sem dúvida foi o melhor verão que já tive nesta terrinha (não, não estou a ser sarcástica). Sofro imenso com o calor. Tira-me o sono, tira-me a calma, tira-me do sério. Este verão foi ameno, fresco, ventoso, solarengo e quente q.b. Fico contente.

E hoje chove (são 5.45 a.m.). Ouvem-se os trovões ao longe, veêm-se os clarões no céu quase a amanhecer. A chuva cai na janela aberta que não quero fechar porque por ela entra o cheiro (saudoso) da cidade molhada, da terra húmida. O céu está coberto de nuvens cinzentas e carregadas. Não sinto a sua ameaça, olho com prazer. Gosto. Gosto mesmo.

Sinto um prazer especial em ouvir a chuva e a trovoada lá fora enquanto estou deitada na minha cama de calção e top de alças, com calor. Por momentos imagino-me num paraiso qualquer tropical.
A mãe vem ao quarto e pergunta “Já fechaste a janela?”.
Não fechei, nem vou fechar!

E assim durmo mais aconchegada, os sons de um “inverno” embalam o meu sono. Os cheiros de um “inverno” levam-me a lugares da minha memória que me fazem sorrir levemente.

É Agosto de madrugada. Chove. E eu adoro.

Há dias…

Há dias que é mais difícil passar sem TE poder dizer:

Eu amo-te. Ainda bem que estás comigo.

Ter de guardar isso para mim e saber que não mais existe, dói demais. Dói mais sabendo que foi o maior erro que pude cometer. Custa-me estar perto de ti, mas também me custa estar longe.

Não sei o que fazer.

Ayo – Down on My Knees

“Somos uns parvos…”

– “Porquê?” (sei a resposta mas quero que tu o digas)

– “Porque gostamos um do outro e estamos assim…

Abraçámo-nos e chorámos.

Ás vezes é preciso ser-se parvo para se perceber o que realmente faz sentido.

– “Vamos lá fora. Respirar.”

E deitados na areia daquele precipicio á beira mar, ficámos (abraçados) e em silêncio a olhar o céu e a desejar secretamente que aquele momento durasse mais do que uma simples noite. E durou. Ficou marcado.