Não tenhas medo da chuva lá fora.

Chuva Lá Fora

O mundo não acabou pois não? É só mais um passo. Pensas que caíste no abismo, mas não, na realidade afastaste-te dele. Sei que não o parece agora, mas é a verdade.

(Abraça-me)

Não sentes? Parece até que já respiras melhor. Não tenhas medo. Pensas que estás sozinha mas não estás. Estavas antes, agora não. Agora consegues ver quem está lá fora? Abre o teu coração e deixa-te sentir. Já não precisas mais erguer muralhas para te protegeres. Já estás cá fora. À chuva! Não é fantástico?
A maneira como sentes a vida a escorrer-te pela cara? Não penses que são lágrimas de tristeza, não são! São as gotas de chuva que te acordam para um outro mundo, um que existia cá fora mas tu tinhas medo de sair!
Tens frio? Eu sei… por momentos pode tirar o fôlego. Mas não temas. Eu estou aqui e tu estás aqui! Ouviste? TU. Tu estás aqui!
Saíste. Tentaste. Fizeste. Lutaste.
Não. Não baixes a cabeça, escuta-me! Ergue o teu olhar e sente! Vê e sorri!

Vive mais um pouco! Fecha o guarda-chuva e corre! Não precisas de abrigo, precisas de espaço para voar!
Sai! Escapa-te! Ama e ferve! Já podes voltar a sentir. Já podes voltar a ser!
Não tenhas medo da chuva lá fora!

“Mais vale 1 Grama de Atitude que 1000 Conselhos!”

Existem alturas na vida que tenho de agitar as águas do conformismo. Sinto nas profundezas do meu ser que é tempo de mudança!
As condições de mudança existem, as estrelas alinharam-se, a força de vontade está aí, as metas estão marcadas! É necessário ter atitude para atingir o êxito! Passo a passo. O que interessa é continuar, não parar.

Emoções em Rascunho

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Seria mais um dia em que não pensava em ti mas as tuas palavras rasgaram o silêncio. Foi com um olá que o meu corpo estremeceu. Pareceste-me demasiado familiar e no entanto não sei já quem és. O tempo e a distância mudam tudo. Ainda mais porque ficamos em suspenso, mal resolvido, mal explicado. Cada palavra tua pesa na minha consciência, obriga-me a sentir aquilo que escondi do coração. O que foi mal dito, o que ficou por dizer, o que ficou por explicar. Aquilo que não te soube garantir quando foi mais importante. Porque fui imatura e não pensei nem com a alma nem com o coração. Porque me achei corajosa numa situação em que fui covarde,pois tive medo. Da mudança. Do desconhecido. Apesar de…o desconhecido ser-me tão familiar contigo. Poderão  haver todas as razões que nunca justificarão as acções. Não haverá palavras que façam jus à compreensão. Porque o tempo já passou e o que ficou foi a desilusão de um momento que ficou pendente no espaço sem explicação. A falta de palavras, a falta de prova de que tudo o que era nosso era válido. Sempre o foi.
As emoções ficaram em rascunho. Pois não expressei os meus medos e apreensões. Não te disse o quão assustada me sentia. Apenas recuei e fugi. Não soube como confessar as minhas dúvidas. Não quis confiar que as entendias. Talvez agora consiga tirar as emoções do rascunho e as publique em palavras. Mesmo que de nada sirva.

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Nota Mental XXI – “Falar é Fácil”

J. : O que já foi, já foi e pode nunca mais vir a ser…..

Eu : Na altura tomamos as coisas por garantido e depois já passou, demasiado depressa! Apercebemo-nos do que perdemos só depois, quando já foi. Temos de abrir mão do que já foi…isso liberta-nos um pouco mais. O peso “do que já foi mas poderia ter sido” é muito grande para levarmos connosco para o futuro.

J. : Demasiado.

Nota Mental XX

Quando fazemos tudo por alguém, sem olhar a tempo dispendido, sem olhar a preços e etiquetas, sem pensar no stress que causa. Quando fazemos tudo por alguém para que simplesmente tenha uns minutos de puro amor e felicidade, não existe tempo, nem dinheiro, nem obstáculos. Basta a vontade.
A vontade de fazer sorrir, a vontade de mostrar que são gestos simples mas que significam que somos capazes de fazer pelo alguém aquilo que alguém faria por nós.
A vontade faz acontecer. E a recompensa é ver o sorriso emocionado e sentir o abraço apertado, aí todos os esforços são validados.
É essa a verdadeira recompensa o sorriso, o abraço, nada mais.

Arranja um GPS

Ultimamente ando tão desorientada da minha vida que não sei para onde vou ou de onde vim. E estou emocionalmente desorientada!

Estou tão atrapalhada ao ponto de não saber começar a primeira frase! Não consigo escrever, não sei pensar, não consigo sentir claramente, não consigo ver com nitidez. Algo se passa, até aí eu sei. Até  pensei abandonar, desistir e eliminar este blog. Até onde a minha estupidez (lá está). Ainda bem que uma vozinha lá no fundo chamada consciência me impediu de o fazer. Escreva merda ou porcaria e até coisas sem interesse, acho que é das poucas certezas que tenho – que as palavras me ajudam a exorcizar demónios, e eles estão aqui a atormentar-me (claramente). “Já não me serve” foi a desculpa que arranjei. Nem eu mesma acreditei nisso, que parva.